| |
Escrito por Highlander CARACAS, Chavezlândia - Milhares de telespectadores de novela foram às ruas da capital venezuelana de nome engraçado para protestar contra o fechamento da filial local da Rede Globo cuja concessão venceu há 20 anos, mas só depois de terminado o Fantástico que o governo percebeu.
O protesto reuniu vários artistas, jornalistas, traficantes - todos funcionários da empresa, além de milhares de viciados em novela venezuelana, uma droga considerada pela Organização Mundial da Saúde 1000 vezes pior que a cocaína.
A emissora não teve sua licença falsa renovada e saiu do ar à meia-noite do domingo. Poucos segundos depois, apareceu na tela o logo da Rede Gluebo.
O príncipe venezuelano, Huguito Chávez, assumiu, que era gay e a responsabilidade pela decisão: "Questa estacion de television se torno una ameaça a el país, ao no passar a turma del Chavez e Chiquititas, enton decidi no renovar la liciencia e executar los directores porque era el mi vontade.", disse ele, e emendou "Fue sim querer queriendo, MWAHAHAHAHAHA!".
Funcionário da antiga TV se abraçaram e gritaram "U U U !!! Vai tomar no cú", antes de baixar a cabeça e serem decapitados durante os últimos minutos da emissora no ar, o que elevou a audiência a quase 100 %.
Manifestantes pró-Chávez se reuniram em frente ao Ministério das Comunicações para celebrar o evento, apesar de estarem amordaçados e sob mira de metralhadoras.
"Concordo com o que está acontecendo!", disse uma mulher, sob a mira de um fuzil. "Somos obrigados a apoiar nosso ditador. Eles foram longe demais ao passar programas da Xuxa. Foi demais."
Já, em frente da emissora, manifestantes contrários à decisão foram sendo fuzilados acidentalmente.
Um anônimo, de nome Paquito Tevez, disse ainda "Não perdemos a esperança de fazer uns gatos ou solicitar ao pessoal do Brasil uma antena pirata."
A polícia chegou a usar canhões de acidos, gás sarin e disparar balas dum-dum para dispersar alguns manifestantes, o que conseguiram com êxito pois, os manifestantes foram dispersados em vários pedaços. Comente ou leia os 3 comentários

|
|